Archive for fevereiro \26\UTC 2010

AUTO-JUSTIFICAÇÃO E VERDADE NECESSÁRIA

fevereiro 26, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of  knowledge

Nós temos dito que o cético não contradiz a si mesmo,não afirma algo necessariamente falso,quando ele nega que as alegadas crenças básicas estão justificadas.Podemos tomar algum argumento para refutar a afirmação de um teórico fundacionista que afirma,ao contrário, que é verdadeiro em virtude do significado de palavras, que certas crenças são auto-justificadas,e contraditório negar estas? Há pouca credibilidade na idéia que quando o cético diz que alguma crença não está completamente justificada, ele está dizendo,por isso, algo contraditório. Compare a afirmação do cético com a afirmação que há um objeto vermelho não está colorido.O último, se tomado literalmente, é impossível.Não há forma logicamente possível em que um objeto pode ser vermelho,mas não colorido. A sugestão é logicamente incoerente. Pelo contrário, a afirmação que uma crença, qualquer crença,não está completamente justificada,embora contrarie nossas convicções,é logicamente coerente.Podemos compreender como é possível, por exemplo,se não há crenças completamente justificadas.O cético não contradiz a si mesmo. Poderia ser simplesmente dogmático e injustificado ao segurar o rótulo de inconsistência em seus pronunciamentos.

O JOGO DA JUSTIFICAÇÃO: RESPONDENDO AO CÉTICO

fevereiro 24, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of knowledge

Como decidimos se alguma coisa que compete com uma dada afirmação está derrotada? Não é necessário que uma pessoa tenha refletido sobre o competidor para o competidor ser derrotado, mas é necessário que o sistema de aceitação da pessoa implique que é mais razoável aceitar a afirmação do que o competidor. Se o sistema de aceitação da pessoa implica que é mais razoável aceitar que p do que aceitar que c,então a pessoa deve estar em estado de pensar e raciocinar como se isso fosse verdade.Podemos determinar que isto é também por imaginar como uma pessoa responderia à questões céticas. Imaginemos um jogo em que uma pessoa joga com um cético para mostrar que ela está justificada pessoalmente em aceitar o que ela afirma. Vamos nos referir ao jogo como o jogo da justificação.

O jogo da justificação é jogado da seguinte forma. O requerente apresenta algo que ele aceita como verdadeiro. O cético pode,então, levantar alguma objeção na forma de um competidor do que o requerente apresenta. Se o que o requerente aceita é lago que é mais razoável para ele do que a objeção cética,isto é,se o competidor citado pelo cético é derrotado, então o requerente vence o round. Se todos os competidores levantados pelo cético são derrotados, então o requerente vence o jogo. Se ele vence o jogo, ele está justificado pessoalmente em aceitar o que ele apresentou, se não, ele não está justificado pessoalmente. O jogo é um mecanismo heurístico para a compreensão das considerações que fazem uma pessoa justificada em aceitar algo em vez de um modelo psicológico de processos mentais.

Vamos considerar alguns rounds do jogo da justificação, jogado por um cético imaginário comigo como o requerente. Neste jogo, o cético objeta a minha afirmação. A afirmação pode ser considerada como uma declaração de algo que eu aceito,ou,adicionada uma pequena vivacidade ao jogo, algo que eu afirma saber.No primeiro capítulo, notamos que nossa justificação para o que aceitamos depende da informação de fundo(background). Esta informação está contida no sistema de aceitação e explica a razoabilidade da resposta ao cético. É o que torna mais razoável para eu aceitar o que eu afirmo do que os competidores apresentados pelo cético.

Imagine que estou no zoológico de Edindurgh,olhando uma zebra. O animal é um exemplo paradigmático de uma zebra e a placa em cima me diz “zebra”.Eu poderia afirmar saber que vejo uma zebra. Assim, eu entro como requerente no jogo da justificação.

Requerente:Eu vejo uma zebra.

Cético: Você está adormecido e sonhando que você vê uma zebra.

Requerente: É mais razoável para mim aceitar que eu vejo uma zebra do que eu estar adormecido e sonhando que vejo uma zebra.(Eu posso afirmar que estou acordado e não adormecido e sonhando agora. Minha experiência não se sente como em um sonho e eu tenho uma memória distinta do que precedeu a minha experiência atual, deixando o meu hotel, tomando o táxi para o zoológico,comprando um bilhete, tudo o que é de informação confiável que agora estou no zoológico olhando para uma zebra e não adormecido e sonhando.)

Cético: Você está acordado, mas alucinando uma zebra.

Requerente: É mais razoável para mim aceitar que eu vejo uma zebra do que eu estar alucinando uma zebra. ( Não há nada em minha experiência que me levaria a pensar que eu estou alucinando, nem minha memória do passado indicam que não há qualquer razão para pensar que eu poderia estar alucinando agora. Não há indicação que eu estou alucinando e há evidência confiável que não estou.)

Cético: Você está vendo uma mula pintada com listras para se parecer com uma zebra.

Requerente: É mais razoável para mim aceitar que eu vejo uma zebra do que eu vejo uma mula pintada com listras para se parecer com uma zebra. ( Embora eu não tenha informação específica sobre as listras, eu não tenho razão para crer que o zoológico Edinburgh poderia pintar uma mula para se parecer com uma zebra e identificá-la como uma zebra, ou fazê-lo para ser enganado por outra pessoa. Os escoceses são conhecidos por sua honestidade.Assim, minha evidência perceptual é informação confiável que o animal é uma zebra.)

Cético: Você está totalmente enganado de uma forma sistemática e nada vê. Ou você é uma mente desencarnada enganada por um demônio cartesiano ou um cérebro sem corpo deitado em uma cuba enganado por informação elétrica fornecida ao cérebro por um cientista.

Requerente: É mais razoável para mim aceitar que eu vejo uma zebra do que está totalmente enganado de uma forma sistemática e não vejo nada.( Eu não tenho razão para pensar que estou enganado de uma forma sistemática, e embora fosse possível detectar um tal engano sistemático,a hipótese é totalmente improvável. Em contrapartida, eu tenho a informação que eu vejo uma zebra é confiável e torna muito improvável que estou enganado.)

O jogo da justificação jogado até este ponto acima deixa o requerente vitorioso em cada round. Não há pretensão que o requerente tenha refutado o cético.As respostas do requerente são,entretanto, respostas adequadas ao propósito de apresentar justificação pessoal. As observações entre parênteses ilustram o sentido em que a coerência com meu sistema de aceitação é que me jsutifica pessoalmente em aceitar que eu vejo uma zebra. Cada desafio do cético é rejeitado por razões que não coerem com o que eu aceito,como as observações entre parêntesis indicam, enquanto a minha afirmação de que eu vejo uma zebra é coerente com esse sistema. As observações entre parêntesis são parte do meu sistema de aceitação.  Elas são um breve resumo das minhas informações relevantes.

A RESTRIÇÃO INFORMACIONAL

fevereiro 23, 2010

Por

Earl Conee

em

Externalism,internalism,and skepticism

Fred Dretske nos provê com um exemplo perfeito de uma visão externalista de conhecimento com implicações anticéticas.[1] Dretske argumenta que o requisito externo pertinente ocorre na condição de crença. Naturalmente, a visão requer crença para conhecimento. E naturalmente, a visão requer que se algumas crenças atribuem uma propriedade à alguma coisa, então elas tem alguns conceitos que permitem atribuir à propriedade colocando estas coisas juntas, somos requeridos a ter conceitos segundo as regras para conhecer como as coisas são. Não há nada de controverso ou externalista nisso.

Mais importante, Dretske sustenta que há uma restrição epistemologicamente significante sobre ter conceitos. Por exemplo, suponha que alguém não tem o conceito de um dingbat.[2] Dretske argumenta que segundo as regras possuir este conceito,não é suficiente para fazer arranjar dingbats do resto da realidade. Alguem poderia ser capaz de arranjar dingbats sobre a base de algumas características correlatas, sem ter o conceito de um dingbat.Dretske afirma que, segundo as regras, para adquirir o conceito de dingbat,alguém deve ser sensibilizado a ser auto-dingbatizado. Somente esta forma torna, apropriadamente, sensibilizado a ser dingbatizado, na visão de Dretske, para redeber informação sobre dingbats. Em particular, em adquirindo o conceito, algume deve receber uma mensagem de algum tipo que transporte informação com o conteúdo que alguma coisa é um dingbat.

Por “restrição informacional” Dretske quer dizer que ele tem para ser ordinário e pré-teorético.[3] A idéia é que uma mensagem à uma pessoa contêm certa informação, a informação deve ser verídica e mais. A mensagem é para ser algo pelo que a pessoa poderia aprender esta informação.

Este requerimento da recepção da informação é claramente um requerimento externalista. Em geral, não é uma questão interna da mente, se há ou não informação factual para efeito se algum tipo de coisa existe. Ainda aqui deve ser um tal fato externo, segundo as regras, para um sinal levar esta informação.

O potencial anticético deste requerimento parece ser considerável.se cremos que há dingbats, ou mesmo assim, mais como dúvida que há dingbats, devemos ter o conceito de um dingbat.Manifestadamente, temos esse conceito. Para ter ele,devemos receber informação sobre dingbats, proeminentemente incluindo a informação que há dingbats. E mais, este tipo de recepção da informação requer que sejamos capazes de ler que a informação é verdadeira, que quer dizer que sejamos capazes de conhecê-la.

Assim, não podemos mesmo formar um pensamento sobre dingbats, concebido como tal, sem receber informações sobre dingbats que nos torna capazes de saber sobre a existência de dingbats. Vamos chamar a generalização universal desta implicação epistêmica pretendida da possesão do conceito a “Restrição Informacional” ou IC[4] para diminuir.

Uma restrição poderia ser imediatamente notada. Dretske pretende aplicar a IC somente para conceitos primitivos. Ele diz-nos que estes não são conceitos  compostos de elementos conceituais simples. Nosso conceito de um dingbat, por exemplo, parece de alguma forma conter o conceito de atirar. Assim ele pode não ser primitivo. O argumento para a capacidade de saber, portanto, pode não ser aplicável ao conceito de dingbat. Dretske não oferece qualquer exemplo de conceito primitivo. Assim, em nossa consideração da Restrição Informacional,temos procedido na nossa própria identificação dela.

Isto logo será atentado.Embora,primeiro,o status modal de conhecimento da IC poderia ser clarificado. A IC implica que alguém é capaz de conhecer alguns fatos envolvendo quaisquer conceitos primitivos que são usados em algumas crenças. Dretske não diz exatamente que tipo de possibilidade de conhecimento esta capacidade implica. Se a capacidade fosse algum tipo de possibilidade que poderíamos apresentar, careceria de alguns meios para implementar, diz, uma mera possibilidade do conhecimento metafísico, então seria uma possibilidade de que um cético sobre o nosso conhecimento real pode admitir de forma consistente. Dretske parece pretender algo forte. Ele também descreve a implicação da IC nos termos de nosso “tendo os recursos cognitivos para conhecer” pelo uso do conceito. Se temos tais recursos, então adquirimos conhecimento pelo simples exercitar desta capacidade. A capacidade presta-nos tudo para sabermos os fatos externos que a informação pertinente nos transmite. Os argumentos céticos sobre a possibilidade de não dar nenhuma razão para negar que podemos exercitar algumas de nossas capacidades cognitivas. Assim, é uma genuína implicação anticética que temos esta capacidade de saber sobre o mundo externo.


[1] DRETSKE,F.The epistemology of beliefe.Synthese.1983.p.3-19

[2] O conceito de um dingbat é um exemplo de Dretske. Ele não diz o que ele tem em mente. Podemos pensar de dingbat no sentido de “pequeno objeto adequado para arremessar alguma coisa.”

[3] Neste livro, Knowledge and the Flow of Information (Bradford Books, 1983), Dretske oferece uma definição probabilística do que é por sinal ter um certo conteúdo informacional. Mas, esta noção especial não está presentemente em jogo.

[4] N.T. Informational Constraint

CETICISMO E AGNOSIOLOGIA

fevereiro 20, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of  knowledge

O ceticismo entra em diferentes profundidades. Formas rasas negam que sabemos poucas coisas que afirmamos saber, e a forma profunda nega que sabemos qualquer coisa de tudo. Formas profundas de ceticismo estão baseadas na probabilidade onipresente para o erro. Pessoas simples, confortam-se em estar aos pés das opiniões aceitas, deixam passar as possibilidades para o erro que residem em nossas mais familiares crenças. Na mente do dogmático, o que chega a ser familiar, ao longo de ser conhecido, parece completamente confiável e ganha confiança inquestionável. O cético filosófico, inclinado à questão, quando outros estão movendo-se para a tranqüilidade dogmática, descobre o risco de erro em nossas mais confiáveis convicções. Em cima desta descoberta, ele constrói uma agnosiologia, uma teoria da ignorância.

É claro, os céticos que tem negado que sabemos o que dizemos tem sido freqüentemente movidos por mais do que uma paixão estudo da agnosiologia. Geralmente, eles esboçam alguma teoria que conflita com a opinião comum. O ceticismo é defendido para ganhar consideração para suas próprias teorias. Em resposta, filósofos do senso comum, como Reid e Moore, tem rejeitado tais teorias especulativas sobre a única razão que elas conflitam com o senso comum. As crenças do senso comum são inocentes, eles dizem, até que se prove o contrário e constituem conhecimento a menos que eles não demonstrem isso. Os céticos tem sido acusados de perversão semântica, absurdo lógico, e trivialidade. No primeiro capítulo, argumentamos que o que o cético diz é semanticamente aceitável, logicamente consistente, e extremamente controvertido. Em vez de tentar abruptamente descartar por algum artifício superficial, vamos considerar o que sustenta o seu argumento.

Há um número de argumentos céticos clássicos apelando à sonhos e alucinações pretendendo mostrar que, que tomamos ser verdadeira, aqui permanece alguma chance de erro. Entretanto, a argumentação cética não depende destes apelos. Eles são simplesmente formas familiares de explicar como as pessoas erram. Questões pequenas que podem ser a fonte do erro. O que é crítico é simples. As pessoas, geralmente, aceitam o que é falso, e, quando elas aceitam o que ocorre ser verdadeiro, havia alguma chance que elas poderiam ter errado. Esta é a premissa cética fundamental.

CETICISMO

fevereiro 18, 2010

Por

Stewart Cohen

em

Contextualismo y esceptismo

Quero mostrar agora como podemos explicar,se adotamos o ponto de vista contextualista,certos paradoxos céticos. Ao final ficarão elementos muito menos que satisfatórios na explicação contextualista.Mas, quero explorar até onde podemos levar o tratamento contextualista dos argumentos céticos. Vimos anteriormente que, para evitar o ceticismo, o princípio de implicação [S sabe que p sobre a base (razão ou evidência) R se e somente se R implica p]. Em seu lugar, o falibilista mantém que alguém não pode saber nem se quer há alternativas consistentes com a própria evidência.

Desgraçadamente, o ceticismo não se despede de maneira tão fácil. Pois existe outro princípio, mas fácil que o princípio de implicação, que é muito difícil de refutar. E este princípio ameaça voltar a instalar o ceticismo incluindo o caso das teorias falibilistas. Este principio diz que o conjunto de proposições conhecidas (por S) está fechado sob a implicação conhecida (por S).

Se S sabe que p e S sabe que p implica q, então S sabe que q;

alternativamente:

Se S sabe que p e S sabe que p implica q, então S está em posição de saber que q.

O argumento cético baseado no princípio de implicação observa simplestemte a existência de alternativas compatíveis com nossa evidência( ou com nossas razões) e a pela a continuação do principio de implicação para gera um resultado cético. O argumento cético baseado no principio de fechamento começa argumentando, de maneira completamente plausível, que seja o que seja que digamos sobre a significação das alternativas céticas, não sabemos que sejam falsas. Poderíamos pensar que temos alguma razão para crer que nós não nos enganávamos da maneira que sugere o cético, mas é muito difícil manter que sabemos que não nos enganávamos de tal maneira.

Para usar um famoso exemplo de Dretske, suponhamos que estamos no zoológico vendo as zebras. Consideramos a possibilidade do que vemos não ser uma zebra e sim uma mula espertamente disfarçada. Ainda que possamos ter alguma razão para negar que estamos vendo uma mula espertamente disfarçada, parece errôneo dizer que sabemos que estamos vendo uma mula espertamente disfarçada. Depois de tudo, esse é o aspecto que teria se fosse uma mula espertamente disfarçada.

Mas se não conhecemos a falsidade das alternativas céticas, então podemos derivar um resultado cético a partir do princípio de fechamento. Seja p alguma proposição que eu afirmo conhecer e seja h uma alternativa cética para p. A partir do princípio de fechamento podemos derivar:

(1) Se sabemos que p, então sabemos que não-h.

Se colocamos isto juntamente com:

(2) Não sabemos que não-h,

Segue-se que

(3) É falso que sabemos que p.

Agora bem, como observou G.E. Moore, a negação da conclusão deste argumento é quiçá mais plausível que qualquer das duas premissas. Deste modo Moore pensou que podia responder este argumento apelando a (1) e (3) para negar (2). Alguns pensam que Moore cometeu uma petição de principio com respeito ao cético. Eu sugeriria que aquilo que nos enfrentamos aqui é um paradoxo –– um conjunto de proposições (1),(2) e (3), cada uma das quais tem uma plausibilidade independente que é considerável.–– Depois de tudo, porque não dizer que o cético comete uma petição de principio com respeito a Moore? O problema que tem a resposta de Moore é que não consegue explicar o atrativo que tem o argumento cético, deste modo, não consegue resolver o paradoxo.

Agora bem, suponhamos que nenhum de nós é um cético. Em algum sentido, o ceticismo é uma loucura. Deste modo, queremos uma resposta ao paradoxo que prescreve nossa crença de conhecermos coisas. Mas, se tal resposta tem de constituir uma solução ao paradoxo, tem que explicar o inegável atrativo dos argumentos céticos. Pois isto é o que, antes de tudo, a lugar ao paradoxo. Inicialmente afirmamos que sabemos muitas coisas. Freqüentemente consideramos argumentos céticos e,então, vacilamos entre pensar que conhecemos e temer que não fazemos. Qualquer solução do paradoxo tem que explicar como acabamos com essas inclinações inconsistentes. Realmente, temos que explicar ou exorcizar o cético que levamos dentro.

COMPETIÇÃO DEFINIDA

fevereiro 17, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of knowledge

A noção de competição é mais problemática. Alguém poderia pensar que competidores de uma dada afirmação são afirmações que contradizem ela. Afirmaçãoes que contradizem uma dada afirmação competem com ela, mas algumas afirmações que não contradizem a afirmação também podem competir com ela. O exemplo da alucinação é um exemplo. A afirmação que eu vejo um gato não contradiz que eu estou alucinado, na verdade é logicamente possível para uma pessoa ver um gato ainda que ela esteja alucinada. A afirmação que eu estou alucinado não conflita, logicamente, com a afirmação que eu vejo um gato, mas a suposição que eu estou alucinado poderia tornar menos razoável aceitar que eu estou vendo um gato do que a suposição oposta. Se eu estou alucinado, então sou menos digno de confiança sobre o que eu vejo do que se eu não estou alucinado. A noção desejada de competição pode ser definida em termos de uma concepção comparativa de razoabilidade sobre uma suposição como segue:

c compete com p para S no sistema X em t se e somente se é menos razoável para S aceitar que p na suposição que c é verdadeiro do que na suposição que c é falso sobre a base do sistema X em t.

A definição mencionada acima contém uma variável X que pode ser substituída pela referência ao sistema de aceitação de S para obter a noção requerida de competição sobre a base de um sistema de aceitação. A definição é dada nesta forma geral, assim que para que possa prevalecer nossa definição a fim de definir mais tarde, a concorrência com base em outros sistemas. A definição de competição sobre a base de aceitação obtida no mencionado acima é como segue:

c compete com p para S sobre a base do sistema de aceitação de S em t se e somente se é menos razoável para S aceitar que p na suposição que c é verdadeiro do que na suposição de que c é falso sobre a base do sistema de aceitação de S em t.

Tendo definido competição desta forma, devemos agora reconsiderar nossa definição de justificação em termos de coerência adequada. Se é mas razoável aceitar algo do que aceitar algum dos competidores, é natural pensar nela como batendo nos seus competidores. A noção de bater pode ser definida como segue:

p bate c para S em X em t se e somente se c compete com p para S em t e é mais razoável para S aceitar que p do que aceitar que c em X em t.

Estas definições sugerem que uma pessoa está justificada pessoalmente em aceitar algo exatamente no caso que coere com o sistema de aceitação.Portanto, poderíamos definir justificação pessoal como segue:

S está pessoalmente justificado em aceitar que p em t se e somente se p bate em todas as coisas que competem com p sobre a base do sistema de aceitação de S em t.

FUNDACIONISMO FALIBILISTA X FUNDACIONISMO INFALIBILISTA

fevereiro 16, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of knowledge

O desacordo surge quando consideramos à questão, Como estamos completamente justificados em aceitar coisas sem algum argumento para mostrar que elas são verdadeiras? Aceitação aponta a verdade. Se aceitamos algo sem algum argumento para a verdade deste, Como podemos estar completamente justificados em aceitar isso, para fins de aceitar o que é verdadeiro? É também esta questão que o fundacionismo tradicional proveu uma importante resposta, a saber, que algumas crenças garantem sua própria verdade. Se minha aceitação de algo garante a verdade do que eu aceito, então estou completamente justificado em aceitar para fins de obter verdade e evitar o erro. Nós estamos com sucesso garantido na nossa busca para verdade e não podemos falhar. Poderíamos, portanto, chamar isto fundacionismo infalibilista. Assumindo que há crenças que garantem sua própria verdade e que estas são suficientes para justificar-nos em aceitar todas que estamos completamente justificados em aceitar, o fundacionismo infalibilista provê uma brilhante solução ao problema do conhecimento.

Vamos mudar logo à um exame detalhado dos méritos do fundacionismo infalibilista, mas vamos primeiro notar que há fundacionismos de outros tipos. Há, é claro, muitas diferentes formas possíveis de construir uma fundação, e a taxonomia de teoria fundacionista poderia não fazer justiça a todas elas. Sem pretensões para uma taxonomia completa, é necessário, todavia, considerar algumas outras formas de fundacionismo.Por razões vamos logo considerar um fundacionismo que poderia perder as esperanças de encontrar crenças suficientes que garantem sua própria verdade e aceitar uma fundação mais modesta de auto-justificação ou crenças básicas que provêem uma razão para a sua aceitação, mas sem uma garantia de sua verdade. Visto que uma tal razão é um guia falível em vez de garantia de verdade, poderíamos chamar uma teoria deste tipo de fundacionismo falibilista. É característico do fundacionismo falibilista conceder que a razão de uma crença auto-justifica provê para aceitação pode ser refutada ou derrotada por outras considerações, e, portanto, que a razão para a aceitação é uma razão prima facie para aceitação.

EL FENOMENALISMO Y LA EXPLICACIÓN DE LA EXPERIENCIA

fevereiro 16, 2010

Por

Jonathan Dancy

em

An Introduction to Contemporary  Epistemology

Traducido por José Luis Prades Celma

Supongamos que, en cierta ocasión, le parece al lector que hay una pared enfrente de él, y que está en lo cierto; hay una pared y él la puede ver. ¿Qué explicación puede darse del hecho de que le parece que está enfrente de la pared? ¿Cómo explicar que suceda una determinada experiencia perceptiva?

El realista tiene una respuesta con enorme atractivo, y la cuestión es la de si podemos o debemos resistirnos a su poder de atracción. La explicación parte de la existencia continuada de un objeto material con ciertas propiedades y del suceso nuevo consistente en que un perceptor se ponga en contacto (aunque sólo sea visual) con dicho objeto. La pared estaba ahí todo el tiempo, lo que explica por qué le parece a alguien, cuando llega y abre sus ojos, que ve una pared.

La respuesta paralela del fenomenalista es la de aceptar que hay algo continuo en este caso, lo que explica que, en un momento dado, se dé determinada experiencia perceptiva, pero no se trata de la pared del realista. Hay una continua o permanente posibilidad de experiencia; experiencia que se desencadena cuando se dan las condiciones apropiadas (lo que el realista describiría de nuevo como el hecho de que alguien llegue a la escena con los ojos abiertos). De modo que el fenomenalista explica el que le parezca a alguien que ve una pared apelando a un condicional subjuntivo permanentemente verdadero: si se dieran las condiciones adecuadas le parecería a la persona en cuestión que ve una pared.

El problema es que este condicional subjuntivo parece requerir algún tipo de explicación. ¿Cómo llega a suceder que el condicional subjuntivo sea verdadero? Por supuesto que el realista no negará que sea verdadero, ni siquiera que sea relevante para la explicación. Pero puede proporcionar una explicación de su verdad como lo hacía anteriormente: es verdadero porque existe un objeto físico continuo que actúa como fundamento de la posibilidad permanente de sensación. Le podría parecer a alguien que ve una pared porque (entre otras cosas) hay una pared ahí durante todo el tiempo. ¿A qué puede apelar el fenomenalista para fundamentar el condicional subjuntivo?

La respuesta más común del fenomenalista consiste en apelar a regularidades en experiencias pasadas. El condicional subjuntivo se fundamenta en conjunciones regulares de experiencias de estar en cierto lugar con experiencias de una pared; a alguien le parecería ver una pared en esas circunstancias porque regularmente en el pasado a él (y a otros) le ha sucedido tal cosa. En casos adecuados, podemos inferir un condicional subjuntivo a partir de un enunciado de tal regularidad en la experiencia, y esto es así, precisamente, porque la regularidad convierte al condicional subjuntivo en verdadero.

Pero esta dependencia en las regularidades pasadas como fundamento del condicional subjuntivo parece proporcionar un tipo de explicación incorrecto para la experiencia perceptiva con la que comenzábamos. Podemos verlo mejor con la ayuda de un ejemplo. Supongamos que hay un arco sobre el que descansa la pared. ¿Qué explicaría la capacidad que tiene el arco de servir de soporte a la pared? Una respuesta que apelara al éxito de arcos similares para soportar paredes similares sería incorrecta. Podría acallarnos o dejarnos satisfechos, pero no debería. La petición de una explicación de la capacidad del arco de soportar la pared no se satisface señalando otros casos similares. Sabemos que el arco soporta de hecho la pared. Lo que nos interesa es saber por qué. La apelación a las regularidades pasadas no parece decirnos tal por qué, sino sólo que el arco soporta o soportará la pared. Ésta puede ser una información interesante, pero no es la que estamos buscando. Lo que deseamos saber es qué hay en este arco que le hace capaz de soportar esta pared, y las observaciones sobre otros arcos no parece que sean directamente relevantes, y, de hecho, empeoran el problema. Si hay un problema o misterio sobre este arco, hablar sobre otros arcos se limita a hacer el misterio aún más misterioso, no menos.

De un modo parecido, cuando preguntamos por la explicación de una experiencia perceptiva, estamos preguntando por una explicación en términos de esta situación; deseamos saber qué hay en esta situación que fundamente su capacidad de producir ciertas experiencias perceptivas. La respuesta del fenomenalista en términos de regularidades previas no es lo que buscamos, aunque sea todo lo que él nos pueda dar. Sólo el realista puede proporcionar una respuesta, en términos de las propiedades inobservadas pero continuas de los objetos que vemos. De modo que el realista puede ofrecer un fundamento contemporáneo y relevante para el condicional subjuntivo sobre la experiencia; lo fundamenta en la naturaleza permanente de un tipo de cosa distinto, un objeto físico. Por el contrario, en último término, el fenomenalista no puede proporcionar una explicación de la experiencia perceptiva.

¿Cuál es la relación entre esta crítica al fenomenalismo y la que considerábamos en 6.3? Argumentábamos allí que el significado de un enunciado sobre un objeto material no era equivalente al significado de ningún conjunto de condicionales subjuntivos sobre la experiencia. Y lo que hemos proporcionado aquí es una nueva razón en favor de tal conclusión, dado que uno sólo podría servir de fundamento al otro si no fueran equivalentes en significado. Si fueran equivalentes, no habría ninguna ganancia explicativa en el movimiento de uno al otro. Y un enunciado sobre un objeto material sí puede explicar y fundamentar la verdad de un condicional subjuntivo sobre la experiencia.

¿Qué respuesta daría el fenomenalista a este argumento? La más apropiada sería el cuestionar los supuestos que yacen tras él. Podemos distinguir entre propiedades categóricas y disposicionales de los objetos. Las disposicionales son las capacidades que tiene el objeto para operar en cierto modo, bajo ciertas condiciones. Las categóricas no son disposiciones a actuar de cierto modo (lo que no es todavía decir qué son). Podríamos creer que sabemos que, si un objeto tiene una propiedad disposicional, también debe tener una categórica, dado que las propiedades disposicionales necesitan de un fundamento que no sea disposicional. Por ejemplo, el ser cortante es una propiedad disposicional. Pero un cuchillo cortante debe serlo en virtud de la configuración no disposicional de sus moléculas. Esta configuración es una propiedad categórica que fundamenta la disposición del cuchillo a cortar con facilidad, y es posible que también otras, como la disposición a parecer gris bajo cierta luminosidad.

Podríamos tener la impresión de que las disposiciones no pueden existir sin un fundamento; que, si un objeto tiene la disposición a comportarse de cierta manera o a tener ciertos efectos, es sólo porque tiene ciertas propiedades categóricas, una naturaleza intrínseca que explica y fundamenta su capacidad de comportarse de ese modo. Ésta es la impresión que expresábamos en el argumento de que los condicionales subjuntivos sobre la experiencia necesitan el tipo de fundamento que sólo puede proporcionar un realista, dado que sólo él puede darnos una base no disposicional. Pero esta impresión puede ser cuestionada, a pesar de que para mucha gente sea tan fuerte que la dignifica hasta el punto de considerarla una necesidad conceptual o un requisito racional. Podemos ver hasta qué punto es cuestionable si advertimos que el tipo de explicación que ofrece normalmente la física actual es disposicional; las propiedades básicas de la materia se conciben actualmente como disposiciones; y, si son disposiciones básicas, es de suponer que no tengan fundamento. Por ejemplo, los físicos conciben la carga eléctrica como una propiedad básica, aunque suponen que hay alguna vinculación entre esta propiedad básica y una disposición a comportarse de cierto modo. Pero ¿cuál es la diferencia entre la propiedad básica y la disposición? No es que una le da soporte o fundamento a la otra; se trata, más bien, de que son indistinguibles. Y, si podemos aceptar propiedades disposicionales básicas en física, seguramente las podremos aceptar en psicología filosófica. Por lo que, en contra del argumento precedente, no es necesario que los condicionales subjuntivos sobre la experiencia tengan un fundamento categórico del tipo que sólo puede proporcionar el realista.

Para contestar a esto, podríamos distinguir tres niveles distintos. Están, en primer lugar, lo que podríamos denominar «disposiciones subjetivas»; se trata de las disposiciones de un objeto a parecer de cierto modo a un perceptor. A continuación las «disposiciones objetivas»: disposiciones a actuar en cierto modo, definibles sin referencia a ningún perceptor. Por último, los estados categóricos del objeto, que fundamentan las disposiciones a actuar de cierta manera, sin ser ellos mismos disposiciones. La respuesta precedente del fenomenalista pretende que las disposiciones subjetivas pueden explicarse sin recurrir a ningún otro tercer nivel de propiedad categórica de las que sólo puede hablar el realista. La respuesta a esto sería constatar que el hecho de que la física considere como básicas ciertas propiedades disposicionales no nos hace más inteligible, en absoluto, la idea de que las disposiciones subjetivas en las que estamos interesados pudieran ser básicas. Cualesquiera que pudieran ser las disposiciones básicas, la disposición a parecer rojo no estaría entre ellas. Así pues, aunque
estemos dispuestos a admitir, en algunas ocasiones, la existencia de disposiciones objetivas sin fundamento, no debemos aceptar la posibilidad de un análisis fenomenalista de las disposiciones objetivas. Creo, por tanto, que el movimiento que hace el fenomenalista, aunque mejora en mucho la calidad del argumento, no consigue mostrar cómo sería posible explicar una experiencia perceptiva en términos fenomenalistas.

O PARADOXO DA LOTERIA

fevereiro 15, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of knowledge

Para ver a importância da observação anterior, considere o paradoxo da loteria devido à Kyburg. O paradoxo procede da suposição que alguma probabilidade menor que uma unidade é suficiente para aceitação justificada. Suponha que escolhemos uma probabilidade de 0,99, como suficiente. Considere, então, uma loteria, sabermos ser justa, com uns cem tickets tal que o vencedor foi sorteado. Neste caso, algum de nós poderia argumentar da seguinte maneira: estou justificado em aceitar que o ticket número 1 não ganhou, porque a probabilidade dele ter vencido é somente 0,1 e, portanto, a probabilidade dele não vencer é 0,99, com requerido. Pelo mesmo argumento, estou justificado em aceitar que cada um dos tickets não ganhou, pela probabilidade de cada ticket vencer ser de 0,1 e de não vencer de 0,99. A suposição que 0,99 é suficiente para aceitação justificada não me permitiria argumentar que a conjunção de todas estas conclusões individuais, que eu estou justificado em aceitar é algo que também estou justificado em aceitar. O conjunto de conclusões que eu estou justificado em aceitar à efeito que cada um dos tickets não será o vencedor, entretanto, é logicamente inconsistente com meu conhecimento que um deles venceu.

Ainda que possa ser improvável que um dado ticket venceu, há um argumento simples no sentido de que eu não sei que ele não ganhou e, daí, que eu não poderia estar justificado em afirmar que sei, ou aceitar, que não venceu. É que sei que exatamente a mesma razão está disponível para justificar em aceitar que o ticket vencedor não venceu. A definição de justificação dada acima, quando combinada com a fórmula para aceitação razoável, produz o resultado correto que não estou justificado em aceitar que o ticket número 1 não venceu. Considere como o seguinte instala-se no jogo da justificação:

Requerente: O ticket número 1 não venceu.

Cético: O ticket número 2 não venceu.

O cético produziu um competidor para a minha afirmação, porque, por definição, c compete com p exatamente no caso mais razoável para aceitar que p sobre a suposição que c é falso do que sobre a suposição que c é verdadeiro. Se o que ele tem afirmado é falso e o ticket número 2 ganhou, então minha afirmação deve ser verdadeira. Por outro lado, sobre a suposição que o que ele afirmou é verdadeiro, a probabilidade da minha afirmação é reduzida à 98 ou 99, porque o número de ganhadores potenciais é reduzido a 99. Neste caso, as utilidades de aceitar as duas afirmações, a minha e do cético, são obviamente as mesmas, e, portanto a razoabilidade comparativa das duas afirmações é a mesma. Conseqüentemente, a afirmação do cético não é derrotada, é razoável como a minha, e não pode ser neutralizada por outra.

ACEITAÇÃO E CRENÇA RECONSIDERADA

fevereiro 12, 2010

Por

Keith Lehrer

em

Theory of knowledge

Como um sistema de aceitação gera justificação? Diz-nos, racionalmente, alguma coisa na busca para a verdade. Nosso sistema de aceitação nos diz ser mais racional uma coisa do que outra, e mais racional aceitar alguma coisa sobre uma suposição do que sobre outra quando buscamos verdade,isto é, buscamos aceitar alguma coisa se e somente se é verdadeira. Considere a distinção entre aceitação e crença que propomos no capítulo 2. Muitas falsas idéias nos são apresentadas em formas atrativas e podem,como um resultado,ser cridas quando sabemos que elas são falsas.Um político pode te convencer da verdade do que ele diz,quando você sabe que ele não é digno de confiança. Você sabe que ele dirá tudo o que é preciso para obter seu voto com praticas persuasivas. Você pode ver nos seus olhos ambiciosos. Mas, você quer acreditar nele. Você quer crer que a economia é forte, que você está economicamente seguro, especialmente quando os objetivos mensurados  são alarmantes. Ele é caloroso, humano, e consola, enquanto os dados são frios, matematicamente e angustiantes. Como você pode resistir? Você crê nele, mas você sabe que a economia está escorregadia.

Como estamos para explicar este conflito entre conhecimento e crença?  Estamos divididos em sistemas separados. Um está buscando-verdade, e contém o que aceitamos, no interesse de conseguir verdade e evitar o erro, de aceitar algo exatamente no caso de ser verdadeiro. O outro sistema é o submisso ao hábito, instinto, e necessidade. Muitas vezes os dois coincidem. Para a maior parte, o que cremos é também algo que aceitamos no interesse de obter verdade e evitar o erro, e o que aceitamos desta forma é também algo que cremos. Algumas vezes as formas dividem-se, entretanto. Algumas vezes a voz da verdade fala contra a mais antiga língua da crença. Não aceitamos o que nos diz o político de boa fé verdadeira, ainda se não conseguimos evitar, mas cremos nele.

Tomemos outro exemplo. Olhamos estrelas numa noite de verão e cremos que todas elas existem em algum lugar bem distante de nós, nos céus. Como olhamos, não podemos evitar, mas cremos que estes objetos luminosos existem agora. No entanto, a ciência nos diz que alguns deles a muito desapareceram e apenas a luz viaja através do espaço, é que nos chegam após um atraso astronômico. Ciência, não de nossos olhos, é confiável, e assim nós não aceitamos que os nossos olhos nos dizem. Um antigo sistema de crença perceptiva conflita com o sistema científico de aceitação. Filósofos tradicionais falaram de um conflito entre a razão e a crença, enquanto os filósofos modernos podem ser mais inclinados a falar de um conflito entre um sistema central, capaz de raciocínio e algum sistema de entrada mais automático. Se nós preferimos uma construção tradicional ou moderna, um sistema, o sistema de aceitação, atua como juiz do outro para obter a verdade e evitar o erro.