CETICISMO E AGNOSIOLOGIA

Por

Keith Lehrer

em

Theory of  knowledge

O ceticismo entra em diferentes profundidades. Formas rasas negam que sabemos poucas coisas que afirmamos saber, e a forma profunda nega que sabemos qualquer coisa de tudo. Formas profundas de ceticismo estão baseadas na probabilidade onipresente para o erro. Pessoas simples, confortam-se em estar aos pés das opiniões aceitas, deixam passar as possibilidades para o erro que residem em nossas mais familiares crenças. Na mente do dogmático, o que chega a ser familiar, ao longo de ser conhecido, parece completamente confiável e ganha confiança inquestionável. O cético filosófico, inclinado à questão, quando outros estão movendo-se para a tranqüilidade dogmática, descobre o risco de erro em nossas mais confiáveis convicções. Em cima desta descoberta, ele constrói uma agnosiologia, uma teoria da ignorância.

É claro, os céticos que tem negado que sabemos o que dizemos tem sido freqüentemente movidos por mais do que uma paixão estudo da agnosiologia. Geralmente, eles esboçam alguma teoria que conflita com a opinião comum. O ceticismo é defendido para ganhar consideração para suas próprias teorias. Em resposta, filósofos do senso comum, como Reid e Moore, tem rejeitado tais teorias especulativas sobre a única razão que elas conflitam com o senso comum. As crenças do senso comum são inocentes, eles dizem, até que se prove o contrário e constituem conhecimento a menos que eles não demonstrem isso. Os céticos tem sido acusados de perversão semântica, absurdo lógico, e trivialidade. No primeiro capítulo, argumentamos que o que o cético diz é semanticamente aceitável, logicamente consistente, e extremamente controvertido. Em vez de tentar abruptamente descartar por algum artifício superficial, vamos considerar o que sustenta o seu argumento.

Há um número de argumentos céticos clássicos apelando à sonhos e alucinações pretendendo mostrar que, que tomamos ser verdadeira, aqui permanece alguma chance de erro. Entretanto, a argumentação cética não depende destes apelos. Eles são simplesmente formas familiares de explicar como as pessoas erram. Questões pequenas que podem ser a fonte do erro. O que é crítico é simples. As pessoas, geralmente, aceitam o que é falso, e, quando elas aceitam o que ocorre ser verdadeiro, havia alguma chance que elas poderiam ter errado. Esta é a premissa cética fundamental.

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