A RESTRIÇÃO INFORMACIONAL

Por

Earl Conee

em

Externalism,internalism,and skepticism

Fred Dretske nos provê com um exemplo perfeito de uma visão externalista de conhecimento com implicações anticéticas.[1] Dretske argumenta que o requisito externo pertinente ocorre na condição de crença. Naturalmente, a visão requer crença para conhecimento. E naturalmente, a visão requer que se algumas crenças atribuem uma propriedade à alguma coisa, então elas tem alguns conceitos que permitem atribuir à propriedade colocando estas coisas juntas, somos requeridos a ter conceitos segundo as regras para conhecer como as coisas são. Não há nada de controverso ou externalista nisso.

Mais importante, Dretske sustenta que há uma restrição epistemologicamente significante sobre ter conceitos. Por exemplo, suponha que alguém não tem o conceito de um dingbat.[2] Dretske argumenta que segundo as regras possuir este conceito,não é suficiente para fazer arranjar dingbats do resto da realidade. Alguem poderia ser capaz de arranjar dingbats sobre a base de algumas características correlatas, sem ter o conceito de um dingbat.Dretske afirma que, segundo as regras, para adquirir o conceito de dingbat,alguém deve ser sensibilizado a ser auto-dingbatizado. Somente esta forma torna, apropriadamente, sensibilizado a ser dingbatizado, na visão de Dretske, para redeber informação sobre dingbats. Em particular, em adquirindo o conceito, algume deve receber uma mensagem de algum tipo que transporte informação com o conteúdo que alguma coisa é um dingbat.

Por “restrição informacional” Dretske quer dizer que ele tem para ser ordinário e pré-teorético.[3] A idéia é que uma mensagem à uma pessoa contêm certa informação, a informação deve ser verídica e mais. A mensagem é para ser algo pelo que a pessoa poderia aprender esta informação.

Este requerimento da recepção da informação é claramente um requerimento externalista. Em geral, não é uma questão interna da mente, se há ou não informação factual para efeito se algum tipo de coisa existe. Ainda aqui deve ser um tal fato externo, segundo as regras, para um sinal levar esta informação.

O potencial anticético deste requerimento parece ser considerável.se cremos que há dingbats, ou mesmo assim, mais como dúvida que há dingbats, devemos ter o conceito de um dingbat.Manifestadamente, temos esse conceito. Para ter ele,devemos receber informação sobre dingbats, proeminentemente incluindo a informação que há dingbats. E mais, este tipo de recepção da informação requer que sejamos capazes de ler que a informação é verdadeira, que quer dizer que sejamos capazes de conhecê-la.

Assim, não podemos mesmo formar um pensamento sobre dingbats, concebido como tal, sem receber informações sobre dingbats que nos torna capazes de saber sobre a existência de dingbats. Vamos chamar a generalização universal desta implicação epistêmica pretendida da possesão do conceito a “Restrição Informacional” ou IC[4] para diminuir.

Uma restrição poderia ser imediatamente notada. Dretske pretende aplicar a IC somente para conceitos primitivos. Ele diz-nos que estes não são conceitos  compostos de elementos conceituais simples. Nosso conceito de um dingbat, por exemplo, parece de alguma forma conter o conceito de atirar. Assim ele pode não ser primitivo. O argumento para a capacidade de saber, portanto, pode não ser aplicável ao conceito de dingbat. Dretske não oferece qualquer exemplo de conceito primitivo. Assim, em nossa consideração da Restrição Informacional,temos procedido na nossa própria identificação dela.

Isto logo será atentado.Embora,primeiro,o status modal de conhecimento da IC poderia ser clarificado. A IC implica que alguém é capaz de conhecer alguns fatos envolvendo quaisquer conceitos primitivos que são usados em algumas crenças. Dretske não diz exatamente que tipo de possibilidade de conhecimento esta capacidade implica. Se a capacidade fosse algum tipo de possibilidade que poderíamos apresentar, careceria de alguns meios para implementar, diz, uma mera possibilidade do conhecimento metafísico, então seria uma possibilidade de que um cético sobre o nosso conhecimento real pode admitir de forma consistente. Dretske parece pretender algo forte. Ele também descreve a implicação da IC nos termos de nosso “tendo os recursos cognitivos para conhecer” pelo uso do conceito. Se temos tais recursos, então adquirimos conhecimento pelo simples exercitar desta capacidade. A capacidade presta-nos tudo para sabermos os fatos externos que a informação pertinente nos transmite. Os argumentos céticos sobre a possibilidade de não dar nenhuma razão para negar que podemos exercitar algumas de nossas capacidades cognitivas. Assim, é uma genuína implicação anticética que temos esta capacidade de saber sobre o mundo externo.


[1] DRETSKE,F.The epistemology of beliefe.Synthese.1983.p.3-19

[2] O conceito de um dingbat é um exemplo de Dretske. Ele não diz o que ele tem em mente. Podemos pensar de dingbat no sentido de “pequeno objeto adequado para arremessar alguma coisa.”

[3] Neste livro, Knowledge and the Flow of Information (Bradford Books, 1983), Dretske oferece uma definição probabilística do que é por sinal ter um certo conteúdo informacional. Mas, esta noção especial não está presentemente em jogo.

[4] N.T. Informational Constraint

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