CETICISMO E JUSTIFICAÇÃO

Por

Stephen Hetherington

em

Synthese

Na seção 5 demonstrei, mas uma vez, que o argumento deste artigo aplica-se não somente a conhecimento, mas também a justificação. Um ‘cético da justificação’ argumenta que nunca há qualquer justificação ‘real’ para uma crença que p –– sem justificação que possa assegurar-nos, por exemplo, da verdade desta crença. Um tal cético, também, está dependendo de usar alguma possibilidade supostamente significante, alguém que deveria saber está esperançoso para eliminar já e independentemente –– sem levar em conta que o preço a ser pago pela falha neste respeito é antecipado como sendo ou uma carência  de conhecimento ou somente uma carência de justificação. Contudo,contra (como na seção 6 foi enfatizado), um tal cético como ainda está fazendo isso, de modo que pretende pôr em causo, pelo menos –– ainda antes de qualquer outra evidência teve a oportunidade de prover alguma real justificação –– as afirmações de alguma crença particular ser justificada.

Isto é assim, ainda( como reconhecida na seção 2) quando a possibilidade em questão é uma explicação competidora da verdade, diz, da verdade da evidencia de alguém para uma crença que p.O que faz o uso dessa possibilidade cética é a alternativa possível supostamente explicação necessitando ser eliminada independentemente de qualquer outra evidencia sendo capaz para justificar a crença de alguém que p. Entretanto, esta metodologia cética retoma a pressuposição cética independente, mutatis mutandis, ao estágio central. Neste ponto, ainda se o cético considere esta possibilidade para minar uma afirmação de crença para ser justificada (em vez de ser conhecimento), o problema da independência cética persiste, mutatis mutandis.

Podemos apreciar isto simplesmente por substituir ‘você está justificado em crer’ por ‘você sabe’ por todo meu argumento na seção 4, especificamente em cada de 1 até 5. Aqui é a nova seqüência ( que podemos assumir para ser acompanhada por algum comentário explicativo como acima, mutatis mutandis), tudo isto significa para o cético resistir que sua crença está justificada em t que p:

1j Independentemente (ambos em t ou o primeiro), você está justificado em crer que não-[ você está meramente sonhando que p].

2j Independentemente (ambos em t ou o primeiro), você está justificado em crer  que não- [(você parece, para você mesmo, está experienciando p como verdadeiro) & ( você está sonhando que p) & não-p]

3j Independentemente (ambos em t ou o primeiro), você estar justificado em crer que não-[ (você parece, para você mesmo, estar experienciando p com verdadeiro) & não p]

4j Independentemente ( ambos em t ou o primeiro), você está justificado em crer que [não-(você parece, para si mesmo, estar experienciando p como verdadeiro) ou p].

5j Independentemente ( ambos em t ou o primeiro), você está justificado em crer que p.

Mas o que estava inicialmente em jogo era sua justificação para sua crença que p. Assim, 5j fará parte de 6j( como 5 fará parte de 6):

6j Se em t você está justificado em sua crença que p, então independentemente (ambos em t ou o primeiro) você está justificado numa crença que p. ( Isto é, se em t você está justificado em sua crença que p, então 5j obtêm.)

E 6j é claramente falso como foi 6, as teses correspondentes sobre conhecimento.

Ainda a (verdade direta) justificação cética, então, falha quando depende de um desafio que seria direto, tentando confrontar você com uma possibilidade cética direta. O fato que justificação, não conhecimento, é seu alvo professo para não aliviar seu sofrimento.

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